A partir de 2026, sua empresa é obrigada a cuidar — e a provar no papel que cuida — da saúde mental de quem trabalha nela. Dá pra entender em 5 minutos. Quando aparecer uma sigla, a gente traduz.
A cobrança começa em 26 de maio de 2026Existe um conjunto de regras de segurança do trabalho no Brasil. A principal, a NR-1, sempre exigiu que a empresa mapeasse os perigos do trabalho — barulho, produtos químicos, risco de acidente.
A novidade: agora essa lista também inclui a saúde mental. A empresa precisa olhar para o que, no dia a dia, pode adoecer a cabeça das pessoas — e registrar isso oficialmente. A cobrança do fiscal começa em maio de 2026.
"Risco psicossocial" é um nome difícil para uma ideia simples: coisas no ambiente de trabalho que fazem mal à saúde mental. Por exemplo:
Quase todo programa de "saúde mental" do mercado faz o passo 1 e para por aí. Mas o fiscal cobra o passo 4.
É como exame de sangue: tirar o sangue é o questionário. O médico — e o fiscal — querem o laudo assinado no prontuário. Sangue tirado, sem laudo, não vale.
O questionário é só a inscrição. O fiscal quer ver a prova entregue.
Estar "em dia" é ter os documentos que mostram que a empresa achou os problemas, mediu, planejou e acompanhou. A Onvida monta todos eles automaticamente — você não escreve nada do zero:
Ninguém na empresa fica sabendo quem respondeu o quê. O resultado só aparece juntando pelo menos 5 pessoas de um setor — então não dá para descobrir ninguém "por eliminação". A lei de privacidade (LGPD) exige isso, e é o que faz as pessoas responderem com sinceridade.
A única parte identificada é a da cadeira e mesa (ergonomia) — porque, para consertar uma estação de trabalho, é preciso saber qual é. E só com a sua autorização.
Se ouvir alguma dessas siglas numa reunião, é isto que elas querem dizer:
Além da obrigação, existe um prêmio. A lei criou um selo de "Empresa que Promove a Saúde Mental" — opcional, mas que mostra ao mercado e aos candidatos que a empresa cuida de gente. Ajuda a atrair e segurar bons profissionais. Tudo o que a Onvida já organiza para a NR-1 vira a base para conseguir esse selo quando ele entrar em vigor.
Não. O questionário é o começo. O que vale é ter os documentos prontos — a lista de riscos, o plano de ação e o histórico — e fazer o que foi planejado. Responder a pesquisa e parar por aí não conta.
Não. As respostas sobre saúde mental são anônimas — entram no bolo do setor (mínimo de 5 pessoas), então ninguém é identificado. Só a parte de cadeira e mesa (ergonomia) é identificada, e com a sua autorização.
Fica sujeita a multa do fiscal (por irregularidade, não por funcionário) e mais exposta a processos na Justiça do Trabalho. Não dá mais para deixar para depois.
Não. A Onvida faz a parte de saúde mental e entrega os documentos prontos para encaixar no programa que a empresa já tem com o técnico de segurança. Ela soma, não substitui.
Provavelmente de forma mais leve. A Onvida gera automaticamente um kit reduzido — a checagem de ergonomia obrigatória e o aviso de dispensa, quando for o caso — sem o processo pesado de indústria.
A Onvida cuida da saúde da equipe e ainda deixa a NR-1 em dia — tudo num contrato só, a partir de R$ 69,90 por pessoa/mês.